Informação foi confirmada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Da Redação
Forças militares dos Estados Unidos realizaram na madrugada deste sábado (3) uma operação de grande escala na Venezuela que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa. Segundo declaração do ex-presidente Donald Trump publicada em rede social, Maduro foi retirado do país por via aérea, em uma ação que marcou o fim abrupto do controle autoritário que ele exercia sobre o país há mais de uma década.
O anúncio foi feito diretamente por Trump em uma rede social. Em um parágrafo, ele afirmou: “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país junto com sua esposa. Esta operação foi realizada em conjunto com as forças policiais dos EUA. Mais detalhes em breve. Haverá uma coletiva de imprensa hoje, às 11h, em Mar-a-Lago. Obrigado pela sua atenção! Presidente DONALD J. TRUMP”.
Relatos de moradores em Caracas descrevem uma noite de explosões, tremores e sobrevoo de aeronaves a baixa altitude, seguida de apagões em áreas próximas à base aérea de La Carlota. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram colunas de fumaça e intensa movimentação militar nas principais vias da capital venezuelana.
O ataque, segundo os Estados Unidos, foi parte de uma operação planejada para desmontar o que Washington classificou como um regime ditatorial e responsável por práticas que incluiriam narcotráfico, corrupção e violação sistemática de direitos humanos. Autoridades americanas anunciaram que unidades especiais participaram da ação decisiva para capturar Maduro, mas não divulgaram de imediato o destino final do ditador e de sua esposa.

Do lado venezuelano, o governo reagiu com veemência, denunciando o ataque como agressão militar externa e ataque à soberania nacional. Em comunicado oficial, as autoridades de Caracas afirmaram que civis e militares foram alvo de bombardeios e que o país enfrenta um cenário de “comoção exterior”. O regime convocou mobilização interna e pediu apoio de aliados regionais.
No Brasil, o governo federal convocou uma reunião de emergência no Itamaraty na manhã deste sábado para avaliar os desdobramentos da ofensiva militar e o impacto regional da derrubada do ditador venezuelano. Autoridades brasileiras ressaltaram a necessidade de diálogo entre as partes e de uma postura coordenada no cenário internacional.


