InícioSociedadeSíndico confessa assassinato de corretora em Caldas Novas

Síndico confessa assassinato de corretora em Caldas Novas

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Daiane Alves Souza estava desaparecida desde dezembro; relação conturbada e ameaças são apuradas como possível motivação do crime.

Da Redação

O síndico Cléber Rosa de Oliveira e o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos nesta quarta-feira (28) suspeitos do assassinato da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, em Caldas Novas, no sul de Goiás. A vítima estava desaparecida desde dezembro de 2025 e teve o corpo localizado em estado de ossada, segundo a Polícia Civil.

Corpo da da corretora Daiane Alves Souza foi encontrado em 28/01/2026. Foto: Reprodução.

Além de pai e filho, um porteiro do prédio onde Daiane morava foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos. De acordo com o delegado Pedromar Augusto de Souza, Cléber e Maykon são investigados por homicídio. Em depoimento preliminar, o síndico afirmou que teria agido sozinho após uma discussão com a corretora no subsolo do condomínio. A polícia não informou se as prisões foram decretadas como temporárias ou preventivas.

Daiane era natural de Uberlândia, em Minas Gerais, e morava há cerca de dois anos em Caldas Novas. Ela administrava imóveis da família no prédio onde residia. No dia do desaparecimento, em 17 de dezembro, a corretora gravou um vídeo relatando que a energia elétrica do apartamento havia sido desligada. Familiares afirmam que o problema era recorrente e teria ocorrido de forma proposital. Imagens de câmeras de segurança mostram Daiane descendo ao subsolo do condomínio pouco antes de desaparecer.

Relação conturbada

Mensagens e registros reunidos pela investigação indicam que Daiane vivia uma relação marcada por conflitos, discussões e ameaças, todas relacionadas à convivência no condomínio. A Polícia Civil apura se esses desentendimentos foram a motivação para o crime. O inquérito segue em andamento, enquanto familiares aguardam esclarecimentos sobre o caso.

Relembre o caso

Daiane Alves Souza desapareceu em dezembro de 2025 após sair do apartamento para verificar uma suposta falta de energia elétrica no prédio onde morava, em Caldas Novas. Semanas depois, o corpo da corretora foi encontrado em uma área de mata, o que levou à prisão do síndico do condomínio e do filho dele, suspeitos de envolvimento no homicídio.

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